
Lembre de todo mundo que você já viu em filmes e séries no site do IMDb

Quem vê mais de uma série por semana precisa do orangotag para se coordenar

Confira a programação completa de TV no hagah conforme sua operadora
Ando como uma emissora de TV paga das mais chinelonas: estréio tudo com atraso atualmente. Para colocar a vida em dia, segue uma maratona de comentários de tudo de bom (e ruim) que vi nos últimos dias conforme a exibição americana.
Procure seu item na salada e cuidado com os spoilers!
Desperate Housewives
We´re so happy you´re happy (Season5/Ep2)
Continuo achando a Gaby a mais cômica de todas as desesperadas. Ela pode até estar enfiada em trapos de faxineira, mas não perde a ambição e a elegância! O jeito como ela engana o próprio Carlos (e a si mesma) é muito bem bolado. Tive pena do pobre cegueta e adorei quando ela furou a festa chique no clube.
Já não ando mais torcendo para Susan voltar para Mike. Ela que engula o orgulho e assuma o pintor. O melhor de tudo foi o Karl aparecendo para dar a letra sobre o sucessor do encanador: "é, Susan, não fique tonta ao subir a escada social! Se eu consertasse telhados poderíamos estar juntos!"
Lynette passa pelo mesmo sentimento de outras mães de rapazes na puberdade, aposto: a falta de comunicação com os guris. Ela passou dos limites no chat com o filho e precisou se desculpar. O coitado do quase-Édipo vai ficar seqüelado: ninguém merece se apaixonar pela mãe via msn. É um dos problemas da era digital. Enquanto isso Danielle e Julie seguem sumidas. Eu quero os teens de volta a Wisteria Lane! Já estou com muita raiva do albino marido da Eddie: onde já se viu roubar o gato da véia McCluskey? Fora isso o episódio teve Bree enlouquecida tendo que cozinhar para o marido altas horas da madruga. Quem mandou deixar mal acostumado?
Heroes
I am become death (Season3/Ep4)
Desafio qualquer criatura a compreender tudo o que aconteceu neste último episódio de Heroes. Tá, a Claire ficaria malvada no futuro, isso a gente sabia. Mas como ela se uniu àquele bando de revoltados? Minha pergunta principal é: será que foi tudo uma visão louca do Parkman alucinado enxergando o futuro? E quem é a mãe do filho (fofo) de Sylar/Gabriel? E aí o fim do mundo no futuro é o Sylar explodindo tudo quando o filho morre? Heeeein? E o presidente Nathan é quem controla essa turminha do mal? E aí o haitiano não ficou atrás da porta para proteger o ômi? Peter Petrelli mata - de novo! - o irmão! Hã?
Óbvio que lembra o Five Years Gone, mas Heroes não pode de uma hora pra outra largar o tatibitati e acelerar tudo. Ou pode? A audiência rejeita - anda caindo mais rápido que o poder de regeneração da Claire.
Momento comemoração: Adam is back!
Momento vaia: não aguento mais o Hiro dizendo naquele inglês toco que ele must save the world, blablabla. É como se o futuro ficasse nas mãos do burrão do Lincoln, não do Scofield. Ah, essa é outra série.
Prison Break
Five The Hard Way (Season4/Ep07)
Que ódio daquele japa idiota. E como eu amo o Mahone. Quero matar a Gretchen. E até que a Sara ficou indispensável na turma dos "Sete homens e seis segredos". O climão Las Vegas deu uma renovada na série. Que episódio bom! Fiquei inconsolável ao saber da doença de Scofield: ele tá morrendo? Será que esse é o fim da série: eles todos livres e o Scofield batendo as botas? Nãããão! Bom, mas só assim mesmo pra não ter quinta temporada. Depois disso vai ser só Cherry Hill na veia.
Pela primeira vez na trama o agente Self deu uma dentro (graças a uma dica esperta do Michael, óbvio). A pergunta que não cala: como a trupe vai copiar o último cartão sem o tal dispositivo mega-ultra-hiperavançado?
Momento cômico: Sucre pensando que perderia a virgindade macho men com o Mike Novick do 24h (aka André Pase para quem mora em Porto Alegre). E cai no colo uma baita boazuda que ele traça em, what, cinco minutos? Vacilão.
The Big Bang Theory
The Barbariam Sublimation (Season2/Ep03)
Sheldon criou um monstro. Um Emmy para quem teve a idéia de fazer a Penny virar nerd por um episódio! Claaaro que me identifiquei (não sou de videogame, mas sei bem o que é virar noite em frente ao computador toda descabelada, com moletom e a casa de cabeça para baixo com pacotes de telentrega, cobertor no sofá, etc). Arrisco a dizer que foi um dos melhores episódios da série até agora. Exagero? O tempo dirá. Mas há diálogos eternos a serem recordados.
- AFK?
- Away from keyboard.
- Oh, I see.
- What does that stand for?
E outras milhaaares de frases que merecem paredes. Uhahahahaha.
The Unit
Sacrifice (Season4/Ep1)
Sudden Flight (Season4/Ep2)
Às vezes tenho a impressão de que mais ninguém vê essa série, mas azar. Eu adoro a tropa de elite. A quarta temporada voltou revolucionando a rotina dos soldados e de suas famílias. Estão sendo caçados por conta do que fazem. As mulheres foram separadas dos filhos e receberam novas identidades. Claro que isso gera um estresse enorme, especialmente para Kim, com duas filhas pequenas. Ando morrendo de raiva da bisca da Tiffy, sempre a mais arruaceira de todas. Custa ser um pouco menos vadia? Me arrepiei quando Mack encontrou a foto dela nua com o Coronel. A tranqüilidade com que ele olhou aquilo e pegou uma arma na seqüência.
Mas de todos o mais fantástico é o Cool Breeze, centrado e apaziguador. No episódio 2, colocaram os guris em alta situação de perigo. Acho genial como eles criam os personagens para os soldados e eles assumem aquilo como verdade. "Por que você mentiu que é médico?", pergunta o terrorista a Jonas. "Você diz que é médico em um avião e passa o tempo todo ouvindo lamentos dos passageiros". Ou ainda quando o Cool Breeze e o Betty Blue fazem toda uma cena para chegar até a frente do avião. E depois disso identificam que o piloto, na verdade, também faz parte da armação. Trama perfeita. Assistam The Unit!
The Mentalist
Red Hair and Silver Tape (Season1/Ep2)
O episódio piloto já havia me conquistado, culpa só do protagonista, mas este me ganhou (do meio para o fim, já que começou sonífero). Eu sou cética e não acredito em nada paranormal, especialmente em videntes, por isso que o tal mentalizador me encanta: ele é apenas um cara que vê além da superfície, observa tudo e 'saca' as pessoas com uma sensibilidade acima da média. A única coisa que ainda não ficou clara é o truque do 'pedra/papel/tesoura'.
Anyway, o caso da semana eram as ruivas assassinadas numa cidadezinha. Em meio à investigação, muitas piadinhas para dar um sorrisinho e seguir adiante. The Mentalist tem alto potencial, mas ainda precisa trabalhar melhor a história. Ficaram vários furos no ar - especialmente para quem gosta de casos criminais explicados tim-tim por tim-tim. Confira você mesmo quando estrear na Warner em 6 de novembro.
Notícia bacana:
DALLAS e BARRADOS NO BAILE serão exibidos pela RedeTV!
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Show de bola. É a chance de rever as velharias (eu já tenho a saudosa Beverly Hills 90210 em DVD, mas Dallas nunca acompanhei).
Barrados tem hora marcada aos sábados, às 19h, a partir de novembro.
Dallas estréia dia 25, aos sábados, às 23h30min. Horário chato, né? Quero ver eu me coordenar.
As informação são da coluna Outro Canal.
Eu sempre defendo que as emissoras de TV aberta deveriam passar muito mais seriados. Tem cada programa lixo no Brasil. Bem melhor passar séries das antigas.
E aí? Tu vai ver?
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Eu bato esse recorde fácil, fácil (assistindo a seriados):
Dupla passa cinco dias assistindo a filmes nos EUA
Total de 123 horas.
Barbadinha, né?
:-]
O Guinness Book, o livro dos recordes, confirmará em duas semanas se os malucos realmente quebraram o recorde mundial.
Nesse período de tempo (7.380 minutos) dá pra ver 184,5 episódios de 40 minutos:
- isso dá metade das 15 temporadas de E.R.
- todas as sete temporadas de SMALLVILLE
- dá para ver em seqüência os seis piores dias de 24 HORAS (com sobra)
- a coleção completa das 10 temporadas de FRIENDS, com muuuita folga, já que os 238 episódios da sitcom são de 20 minutos (4.760 minutos)
- ver duas vezes cada um dos 83 episódios de LOST já exibidos até agora
Pobre bunda depois dessa maratona.
Amor e futebol são as duas melhores coisas do mundo.
Buddy Garrity na season premiere de Friday Night Lights
Valeu a pena a torcida pela renovação e a espera pelo episódio exibido na TV a cabo americana! FRIDAY NIGHT LIGHTS é um drama maduro que não cabe só na definição série teen. E esta terceira temporada continua com um estilo impecável, a fotografia mais linda da TV e histórias emocionantes. Um viva ao coach Eric Taylor!
A história retomou com um certo avanço no tempo desde o final da segunda temporada, com mudanças na vida de todo mundo. Novos empregos, novos casais, novos personagens. Falta sentida: Jason Street, que só apareceu em um vídeo comemorativo aos Panthers. Fora isso, nossos amigos marcaram presença com novos destinos.
Rolou um lindo 'previously' meio que recapitulando toda a série, afinal ela mudou da NBC para a DirecTV e deve, portanto, captar até novos espectadores. Aproveitando que o episódio foi dividido por dias da semana (adoooro quando fazem isso), divido por arcos o que achei de melhor no episódio I Knew you When.

COACH TAYLOR - A melhor coisa da série, para variar. Segue ocupando o cargo de treinador e sofrendo com a pressão da imprensa, dos patrocinadores do time, dos pais de novos jogadores. E tem o pai de um novo QB que vai dar dor de cabeça (e presentinhos) ao coach. Sofre também para controlar a pequena rebelde que tem em casa, Julie. Está empenhado em ajudar Smash, que já não é mais o mesmo talento de outrora. Melhor cena dele no episódio: o coach espantando o carrinho das raspadinhas do campo. Sensacional.
TAMI TAYLOR - Não se sabe como, Tami passou a ocupar o cargo de diretora da escola. Agora as dificuldades do trabalho dela é que vão dividir nossa atenção com os outros problemas da vida do marido-treinador. A escola não tem grana para nada, o ar-condicionado quebrou, alguns professores já foram pra rua e todos os que sobraram estão descontentes. Vibrei quando ela disse a Buddy que iria usar a verba do tal telão de futebol para fins acadêmicos. Go, Tami!
LYLA E TIM - Largou Jesus para ficar com o diabo. Mazá, esse casal combina. Tim Riggins está cada vez mais uma versão light e teen de Hank Moody (Californication). Mas não há dúvidas de que ele ama Lyla de verdade - só não sabe como tocar isso adiante. E que beijão ao final do episódio! O melhor foi ver a cara de Buddy. Quero saber que raio aconteceu com essa guria para largar a igreja. Espero que os roteiristas me contem ao longo dos próximos 12 episódios.
TYRA - A visão que ela própria tem do seu fator white trash me surpreendeu. Quando o irmão loser de Tim pediu a mão de sua irmã loser em casamento, ela própria ficou chocada. O desabafo de Tyra na porta da diretora Tami foi tocante. Ela não quer ser uma versão mais jovem da irmã, que irá se casar com um bêbado desempregado, engravidar e depois viver de pensão. Quer um futuro diferente. A gente sabe que esse arco vai emocionar. Landry, espero, terá um papel importante nessa transformação (isso se ele não ficar só na ladainha com Matt Saracen, que deve perder o posto de QB para o new guy).
It’s just good to be back in Dillon, Texas.
Foto: Divulgação, Fox |
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Trinta e oito dias sem matar ninguém. Assim começa a segunda temporada de Dexter, seriado sobre o serial killer mais queridinho da TV norte-americana que o canal FX traz ao Brasil a partir de hoje, às 22h. Interpretado pelo excelente Michael C. Hall (da também ótima série Six Feet Under, conhecida por aqui como A Sete Palmos), o assassino de assassinos DEXTER volta ainda mais atormentado e cheio de problemas em seu trabalho de investigação forense na polícia de Miami.
Engana-se, no entanto, quem vê aqui mais um seriado ao estilo CSI, em que os policiais procuram prender os assassinos: Dexter gosta mesmo é de fazer justiça com as próprias mãos. Mas, após matar na primeira temporada o próprio irmão, o chamado “Assassino do Caminhão de Gelo’’, o personagem-título passa a ter problemas em satisfazer seu desejo de morte. Além disso, para atrapalhar ainda mais sua vida, Dexter conta com a vigilância cerrada do sargento Doakes (Erik King), que acaba tendo um futuro inesperado nesta nova trama.
O lugar onde o protagonista esconde os corpos de suas vítimas também é descoberto, levando pânico a Miami e à caçada pelo “Açougueiro de Bay Harbor’’. Obviamente, o próprio Dexter se envolverá nesta nova investigação, enquanto passa mais tempo com sua namorada, Rita (Julie Benz). Além dela, uma nova personagem, a artista e incendiária Lila (Jaime Murray), se encarregará de apimentar um pouco a vida do até então frígido, mas adorável assassino.
Fato 1: O karma perdeu um pouco do charme nesta quarta temporada.
Fato 2: Ainda assim, continuo adorando o humor pastelão nonsense bizarro de My Name is Earl.
>>> COMENTÁRIOS DE EARL ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA <<<
01. The Magic Hour
História: Earl lembra de um garoto à beira da morte cujo desejo de infância ele arruinou anos atrás. Quando descobre que o piá está vivo, ele o ajuda a fazer um filme.
Comentário: Episódio de estréia relacionado ao karma. Bacaninha especialmente pela participação de todo o elenco (inclusive aqueles do freak show ajudados por Earl em temporada anterior). Randy impagável no papel de ator do tal trash movie! Os (d)efeitos especiais e a montagem do filme foram bem bolados, sem falar na trama do tal Buddy (Seth Green é ótimo!).
02.Vote For This And I Promise To Do Something Crazy at the Emmys
História: Earl recupera uma história de 1985 passada entre sua mãe e um antigo vizinho. Quando crianças, os irmãos trambiqueiros aprontavam o diabo com o sensível homem. Até que descobrem que o cara se mudou não por causa das estripulias, e sim porque teve um casinho com a mãe.
Comentário: O pai de Earl é muito cômico! Realmente os filhos têm a quem puxar no quesito tosquice. O daddy Hickey vai atrás de vingança. E aí rola o incentivo do Earl cantando Eye of the Tiger na frente da casa do vizinho. Muito bom! Um item a menos na lista de Earl. Detalhe para o nome do episódio-promessa!
03. Joy in a Bubble
História: Earl encontra uma banheira prometida para Joy há muito tempo. Ela pertence a um mendigo que tinha uma infecção. Joy pega a tal infecção no dedo e é isolada do convívio social.
Comentário: Joy em quarentena é uma situação hilária! Ela repassa a Earl suas tarefas diárias:o pobre coitado sofre xingando o sorveteiro, indo à estética para ficar a par das fofocas e até fazendo massagem no Crabman. Mas é a festinha dos filhos que está engraçada demais (sem falar no dedo podrão). Adoro quando Jaime Pressly tem destaque assim. Não imagino outra pessoa nesse papel.
04. Stole an RV
História: Earl e Randy tentam animar um velho senhor cujo motor home fora roubado por eles anos trás. Eles fazem de tudo para fazer o deprimido vovô resgatar a paixão de viver. Dá tão certo que o véio se recupera e quer recuperar a orelha de um ex-amigo soldado que o abandonou durante a guerra.
Comentário: Fofa a saga dos irmãos Hickey para encontrar itens de valor emocional que estavam no RV roubado. Confiscaram até a boneca inflável de Joy para fazê-lo lembrar da esposa falecida. E teve ainda o porco gigante sendo explodido lá no acampamento dos trailers. Eca. Outro item a menos na lista do karma, mas ainda há a sensação de que falta unidade entre os episódios.
Foto: Divulgação |
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Os heromaníacos se puxaram na criatividade para responder à pergunta da promoção Heroes é Fora de Série: qual poder você inventaria para um novo personagem?
Muita coisa bacana apareceu - aposto que Tim Kring adoraria ler as sugestões da turma fã da série. Pois os sortudos que vão receber uma caixa da segunda temporada de Heroes em casa, cortesia da Universal Pictures, são:
Jeferson André Pinto, de Selbach (RS)
Renata Diem, de Florianópolis (SC)
Parabéns! E obrigada a todos pela participação.
Diga quem é quem nos comentários!Foto: Reprodução, TV Cubees |
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Personagens de séries de TV ganham uma versão em papel muito criativa. As principais séries estão lá listadas, desde 24h, Alias, CSI e Heroes até House, Prison Break, Scrubs, Smallville e Star Trek. Dica: impressora colorida. Sem ela não tem graça. Vamos ver quem é bom de identificação visual: de 1 a 9, quem são os bonequinhos aí da montagem acima? São bem fáceis mesmo!
Idéia simples e bacana: baixe, imprima, recorte e dobre os moldes do site TV Series Cubees.
Tô apaixonada pelas carinhas!
Imperdível fazer download de pelo menos um.
Os três primeiros são da mesma série, os outros seis são estrelas de shows diferentes.
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Assista se conseguir. A Warner “alia-se à máfia” e faz uma estréia estranha de OS SOPRANOS a partir desta noite.
De 6 a 10 de outubro, os cinco episódios iniciais da primeira temporada vão ao ar às 21h. Aí no domingo, às 20h, vai ao ar uma maratona reprisando estes primeiros cinco capítulos. No ooooutro domingo, dia 19, o canal passa a exibir dois episódios por noite, começando dos capítulos 6 e 7, às 21h e às 22h.
Entendeu? Nem eu, como já havia comentado aqui.
Vale mais a pena locar o DVD ou tomar muita ritalina para lembrar destas datas aleatórias.
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Nunca falei muito de Sopranos aqui, mas há uma razão. Quando o blog inaugurou, a sexta temporada estava acabando (e gerando toda aquela polêmica), então comecei a ver de trás para a frente. Mesmo sem captar todos os detalhes, gostei. Até porque Saccomori é italiano, sou gringa mesmo - e não japonês como a sonoridade pode indicar. Não, acho que a história da família não passa pela máfia, mas não há mal nenhum em identificar algumas semelhanças, né?
Enfim, gostei da primeira temporada completa, esta que a Warner vai exibir desse jeito meio tosco. Fica a minha sugestão caso alguém do canal caia por aqui: apostar em formato novela (um episódio por noite, de segunda a sexta - ou até sábado) é uma ótima solução para séries que já estão há hoooras na prateleira de DVDs das locadoras. Se for na época de férias, então, melhor ainda.
Foto: Divulgação, FX |
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Depois de dois anos no ar, já não dá para imaginar o Dexter do escritor Jeff Lindsay senão com o ar desajustado e o olhar enviesado do ator Michael C. Hall, que vive o serial killer na TV. O primeiro ano da série é baseado no livro Dexter – A Mão Esquerda de Deus, em adaptação do premiado roteirista James Manos Jr. (da primeira temporada de Os Sopranos).
Na telinha, a história de Lindsay sobre o assassino em série de assassinos em série virou sucesso mundial, alavancando as vendas dos livros nos quais a série Dexter é baseada. Mas o autor afirma manter, tanto quanto é possível, uma distância da equipe do seriado de TV. Diz que está feliz com o trabalho de adaptação e que sabe que, caso não goste de algo, pode dar um telefonema. E garante que ainda não sofre influência do Dexter da TV na hora de criar para o Dexter dos livros.
– Exceto uma ou outra vez em que vi algo que eles fizeram na TV e desejei ter tido a idéia antes – brinca Lidsay. – Depois deste tempo vendo o Dexter na TV, não chego a imaginar o personagem com a cara de Michael C. Hall. Não sonhei com ele ainda!
Na segunda temporada, que estréia no Brasil na próxima quinta, dia 9, às 22h, no canal por assinatura FX, a liberdade dos roteiristas parece ter sido maior em relação ao que está na série de livros de Lindsay. Após a caçada ao Assassino do Caminhão de Gelo na primeira temporada, o segundo ano de Dexter começa mostrando a angústia do personagem-título, há um mês sem matar criminosos devido à constante vigilância do Sargento Doakes (Erik King). Para piorar, os corpos das vítimas de Dexter, que já despertava suspeitas na primeira temporada, começam a ser descobertos.
Texto do caderno TV+Show de Zero Hora deste domingo.
PARA VER
Dexter – 2ª temporada
Estréia quinta, dia 9, às 22h, no canal FX
PARA REVER
Dexter – 1ª temporada
Box com 4 discos, Paramount, R$ 69,90 em média
PARA LER
Dexter – A Mão Esquerda de Deus, de Jeff Lindsay
272 páginas, editora Planeta, R$ 44,90 em média
Domingo foi dia de votar na vida real, mas um outro voto seu é aguardado na lista a seguir: quem é o melhor político das séries de TV?
De vereadores a presidentes, protagonistas e coadjuvantes da ficção desnudam os bastidores dos jogos de poder nos Estados Unidos. E enquanto na vida real é preciso aturar por quatro anos o mandato de gente ruim, na TV paga basta desligar o botão para promover um impeachment.
David Palmer & família > Nome mais conhecido depois de Jack Bauer em 24 HORAS, David Palmer (Dennis Haysbert) ocupou a presidência nos dias de maior perrengue e nem sempre se deu bem. Sua gestão fora das panelinhas consistiu em impedir ataques terroristas nos EUA e ser chantageado por conta das rateadas da ex-mulher, Sherry. Palmer é assassinado por um sniper na frente do irmão, Wayne, que assume a presidência do país na sexta temporada e conta com a ajuda da irmã, Sandra Palmer.
Josiah Bartlet > Focada no pega-pra-capar dos salões da Casa Branca, THE WEST WING foi um show de política e humor. O democrata presidente vivido por Martin Sheen de 1999 a 2006 também enfrentou o terrorismo no país, mas sua marca sempre foi o equilíbrio nas decisões - parte idealistas, parte pragmáticas. Os assessores diretos do chefe eram um show à parte com seus diálogos astutos em passeios pelos corredores da mansão.
Caroline Reynolds > A vice-presidente americana de PRISON BREAK fez parte da conspiração central da série por longo tempo, a ponto de pensarmos que a própria liderava as falcatruas contra os irmãos Scofield-Burrows. Fraudes e negócios ilegais eram habituais na trama que a conduziria ao posto máximo de comando do país. Levou o troco quando passou a ser vítima da Companhia que defendia.
Jonathan e Martha Kent > A campanha do pai do superboy contou até com a ajuda de Lois Lane como assessora em SMALLVILLE. Lionel Luthor foi quem providenciou a verba para a eleição de Jonathan a senador estadual do Kansas. Estressadérrimo, morreu antes de tomar posse. A viúva ocupou o posto do finado marido e deixou o homem de aço solito no rancho Kent à mercê de bandidos intergalácticos.
Johnson Green > O véio Green era não só o pai do mocinho Jake, mas também o paizão da cidade de JERICHO. Em todas as suas decisões o prefeito levava em consideração o melhor para a cidade, nem que isso prejudicasse sua saúde. Vivia tendo que se defender das acusações infundadas do adversário Gray Anderson. Morreu na linha de frente na batalha da cidade vizinha, um exemplo de honra e coragem.
Dan Scott > A ânsia de poder e controle do ex-jogador de basquete o levou à prefeitura em ONE TREE HILL. Concorreu com Karen, a mãe de seu filho bastardo, em episódios cheios de sabotagem mútua nas campanhas. Perdeu o mandato quando foi condenado à prisão pelo assassinato do irmão, em um exemplo acreano de se fazer política.
David Aceveda > De chefe de polícia em THE SHIELD, o latino foi eleito vereador na cidade de Los Angeles. Após ter sua imagem de benfeitor construída graças à falta de escrúpulos do eficiente Vick Mackey, passou a perseguir o corrupto policial. Tem o rabo preso devido à época em que fazia vista grossa às trangressões das Forças Especiais.
Nathan Petrelli > O advogado e homem-voador divide seu tempo em HEROES entre dar bandas pelo céu, correr atrás do irmão Peter, ser surpreendido pelas histórias da mãe e concorrer a um cargo de congressista. Tem ligações com a máfia e com o misterioso Lindermann. No fatídico 8 de novembro, dia em que a bomba destruiria Nova York no futuro, o senador planejava fugir enquanto a cidade explodia. Baita exemplo de líder, hein?
Robert McCallister > O senador-e-gato de BROTHERS&SISTERS conquistou o coração da família Walker apesar das divergências políticas. Anda disputando o cargo de presidente na segunda temporada da série. E Rob Lowe gosta mesmo de um personagem político: em West Wing ele interpretou um dos assessores do presidente vivido por Martin Sheen.
Coluna Fora de Série publicada em Zero Hora e no Diário Catarinense deste domingo.
AimeuDeus, eu preciso dessa roupa.

Ops, foto errada :-)
É esta daqui que eu quero:

Imagens promocionais da terceira temporada de Ugly Betty nos EUA, que estreou no dia 25 cheia de glamour. Preciso ver logo!
> Post dedicado ao internauta Ivan, que está fazendo a monografia dele sobre a série da feiosa e sobre o filme O Diabo Veste Prada. Bacana, né?

Vício alheio se limpa em casa
William Banks já salvou 257 pessoas viciadas em sexo, drogas e rock..., ops, jogos. Ele não é policial, não tem superpoderes. É um homem com uma missão: salvar outras pessoas que já foram problemáticas como ele. Estréia do canal A&E deste domingo, dia 5, às 21h, THE CLEANER (na tradução literal, "o faxineiro") conta a curiosa história de um cara que chegou ao fundo do poço e mudou de vida ao fazer um "pacto" com Deus - estão liberadas as comparações com Saving Grace.
Junto a uma turma de ex-junkies, o personagem de Benjamin Bratt (de Law&Order) é procurado por familiares de criaturas encalacradas. Por uma quantia, a turma da faxina se infiltra na vida do viciado e arma situações-limite elaboradíssimas. Daí para frente, é só partir para um período básico de rehab.
Por mais que a premissa seja bacana, THE CLEANER peca na superficialidade do tratamento dos casos. Parte é culpa do formato "história da semana", no qual metade do episódio é dedicada a investigar o cidadão atormentado e o restante traz resoluções meio óbvias. Vale dar um desconto porque é baseado em uma interessante experiência real do co-produtor Warren Boyd, conselheiro que usa métodos não tradicionais para recuperar viciados.
Enquanto o episódio-piloto deixa a desejar, a dúzia seguinte compensa. Os conflitos de Banks com a família, traumatizada pelo passado nebuloso do pai e marido, formam um bom arco dramático da temporada. Fica o gosto de quero-mais sobre as histórias paralelas da equipe, cuja motivação profissional é pouco explorada (no elenco de apoio está Grace Park, a bela cyclon de Battlestar Galactica, e ainda o voice actor Kevin Michael Richardson).
>>> Coluna publicada no domingo passado em Zero Hora e Diário Catarinense.
Leio e releio esta notícia do SériesEtc (ator é esfaqueado pra valer durante a gravação de Dexter) e tento recordar em qual episódio de outra série eu vi isso. Algum CSI, maybe? Ou será que foi num Smallville e aí o Clark salvou tudo?
Me ajudem!
Era justamente o mesmo caso na ficção: tinha uma faca de mentirinha e trocaram por uma verdadeira durante a gravação de alguma coisa.
>>> ALERTA SPOILERENTO <<<
COMENTÁRIOS DE DESPERATE DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA

Curiosa após o fim da quarta temporada, que tomou um rumo completamente novo ao avançar cinco anos no tempo, conferi hoje a estréia das desesperadas. E como gostei! Apesar da linha cronológica estar bagunçada no roteiro e na minha cabeça, tenho fé de que Marc Cherry já esteja com tudo pronto para nos surpreender daqui pra frente.
Como boa psicopata (já entrando no clima do novo personagem), vou por partes para falar de You´re Gonna Love Tomorrow:
Lynette
Anda em momento sofrenildo com os filhos. Gente, que guris enormes! Saudade dos pequenos gêmeos. Como que a duplinha está com 16 anos já? Quando acabou a temporada passada eles teriam que estar com 11. Hein? Confusões à parte, achei o máximo vê-la enquadrando Tom para que ele seja mais pai e menos amigo. Coisas que só uma mulher consegue, né? Ficou faltando alguma referência ao trampo dela. A pizzaria, pelo visto, anda bem (quando não é usada como cassino pela piazada).

Gaby
Eu adoro a Juanita! E pior é que acho serei uma mãe como a Gaby, hahaha. E daí que a filha é gordinha? Quando crescer ela tem todo o tempo do mundo pra fazer dietas, lipos, spa. Deixa a criança ser feliiiiz! Quando vi as mães fofocando na festinha sobre a Gaby ser uma mãe ruim fiquei passada. Se bem que fazer a guria correr atrás do carro me lembrou a sacanagem do Dwight com Phillys neste recente The Office. O pior é que Carlos não a apóia na tarefa de tentar emagrecer a pirralha à força. Pergunta: do que andam vivendo? Já gastaram toda a grana da traficante, obviamente. Espero também a "volta por cima" no visual da linda Gaby. Será que ela teve que vender suas roupas de grife para pagar as contas?
Bree
Está por cima da carne seca na carreira de banqueteira. Não sei como ela e Katherine sobreviveram todos esses anos sem se bicar. O episódio já começa com uma briguinha de vaidades ali. O tal do livro, diz Kat, tem várias receitas dela assinadas como se fossem de Bree. Vai dar um rolo enorme. Bree sofre também pela falta de Benjamin, levado embora por Danielle (isso vimos em um flashback bem forçado). Quero que expliquem bem essa história. E será que o Andrew agora é um menino comportado mesmo? Hmmm. Nem parece o mesmo que odiava a mãe.
Susan
Cruzes, passei o episódio inteiro sem saber se o Mike tinha morrido ou não (eu sabia que James Denton estava confirmado nessa temporada, mas cheguei a imaginar que ele estivesse - novamente - em coma). Isso explicaria porque Susan não assume seu affair com o pintor de paredes. MJ, o filhinho, parece ser a coisa mais fofa (a carinha me lembrou o pequeno Jamie de One Tree Hill). Aí descobrimos que eles estão separados devido ao tal acidente de carro que abre o episódio. Jeito de briga forte, mas será que foi só esse o motivo mesmo? Senti falta de notícias sobre a Julie: por onde andará?
Edie
Volta com todo o estilo Edie de ser: de maiô pantera lavando carro no meio da rua. Está casada com um psicopata que me dá medo (Dave, vivido pelo quase-albino Neal McDonough, homem misterioso do Traveler, série que mais alguém viu por aí? hehe). Enfim, agora o mistério é conosco. De quem ele tem raiva? Por que ele estava internado? Li palpites de que ele está em Wisteria Lane para se vingar de Susan e/ou Mike - ele seria o cara no carro do acidente aquele. Se for essa a solução da charada, está bem mal contada a história. Ah, mas o tópico era para falar sobre Edie: ma-ra-vi-lho-sa. Ela dá a real em todas as situações porque lhe falta qualquer tipo de bom senso. E não é justamente isso que cria uma história boa?
>>> Já ansiosa pelo episódio da semana que vem!
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Já viram a campanha da Fox para divulgar a estréia da segunda temporada de DEXTER no Brasil?
Será no dia 9 de outubro, às 22h. A idéia é mandar o vídeo para ameaçar seus amigos. Já vi essa brincadeira antes aqui.
Sempre tenho uma dúvida quando se trata de HOUSE: no fim das contas, o que resta na memória após assistir a um episódio como este último? O caso médico e seus diagnósticos errados que levam a um veredito certeiro ou a interação de House com quem está ao redor de seu umbigo?
>> RISCO DE SPOILERS <<
>>> COMENTÁRIOS DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA <<<
Adverse Events (S05.E03) me fez rir como nunca! House e Lucas são muito mais engraçados juntos do que House e Wilson jamais foram. O 'personal PI' reforça ainda mais o lado moleque do médico: que dupla! O pior é que Cuddy dá corda ainda a essas armações. Já pensou como será quando ela se envolver com seu novo funcionário? É o melhor perfil de personagem que eles poderiam colocar nesta temporada! Sequer lembrei do oncologista neste episódio.
Gostei da trampa toda para enganar Cuddy, com a foto "manipulada-que-não-foi-manipulada", da maneira como House colocou o PI para investigar seus pupilos, da lógica de dedução de Lucas ao justificar sua futricação na escrivaninha de Cuddy, dos elogios às roupas e aos sapatos da administradora do hospital. Tudo o que House fazia sozinho antes, óbvio, mas agora tem ainda mais graça.
Seguindo a lógica da temporada, o próximo auxiliar que terá sua vida pessoal sob os holofotes será Kutner (já se falou da doença de 13, este terceiro focou no casamento de Taub). O papo da semana foi sobre segredos e mentiras, linkando a história do paciente - o artista fracassado que vivia de tomar drogas experimentais - com as atividades bancárias sigilosas da mulher de Taub. Faltou a famosa frase "everybody lies", mas isso já é implícito em tudo o que House faz. Qual o prazer que ele teve em botar pulga atrás da orelha do seu médico assistente?
Aliás, tirando a Thirteen, os picolés de chuchu Kutner e Taub são bem dispensáveis, né? Eu nunca vou superar a saída de Chase e Cameron do elenco principal. O Foreman segue lá como mero coadjuvante cuja função é ser levemente sacaneado e ignorado pelo chefe.
***
Frase da semana:
"Miserable people save lives. If your life has meaning, then your work doesn’t have to have meaning."
Ou seja: se House fosse feliz, ele não teria o mesmo empenho em salvar seus pacientes. Será essa a interpretação? O que vocês acham?

P.S.: A finaleira do episódio com Lucas e House tocando no apê é perfeita!
O caderninho organizado da LellaFoto: Arquivo Pessoal/Anna Martha |
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Seriadomaníaco precisa ser organizado. Do contrário não consegue se ligar nem para assistir nada na TV, nem para fazer downloads de episódios em seqüência.
Um exemplo de organização é a minha amiga Mariella, que anota em um caderninho tudo o que precisa ver e baixar para ficar em dia. Quem deu o flagra no esquema foi a colega de trampo dela, a Anna.
>>> E tu, como te coordena nesse imenso mar de séries?
Mas esse post nem era para falar (só) disso. Algum leitor anônimo do blog Da Assessoria escreveu lá que fui euzinha quem inventou a sigla HIMYM para referência à série How I Met Your Mother.
Gente, quem me dera! Isso é um hábito nerd usado para abreviar séries de nomes gigantes (vide "TBBT" = The Big Bang Theory) e nem tão grandes (tipo Prison Break é "PB" para os íntimos, Grey's Anatomy é "GA" e por aí vai).
Para saber mais sobre siglas e outras expressões do mundo seriadomaníaco, dêem um pulo aqui nesse post chamado Glossário. Bjs!
>>> COMENTÁRIOS DE THE BIG BANG THEORY DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA <<<<

Já falei que adoro TBBT (The Big Bang Theory)? Ahhhhh.
Esse segundo episódio da segunda temporada - The Codpiece Topology - não foi tão bom quanto o primeiro, mas eu morri de rir igual. A começar pela tal festa que não foi feita conforme os mííínimos detalhes históricos. Hahaha.
Os papos da mina Leslie com o Leonard são absurdos de tão bizarros! Tipo antes do rala-e-rola ela já está planejando o número de filhos! Cada vez que ela menciona "intercourse" eu chego a me engasgar.
E o que é o Sheldon interrompendo o casal a todo minuto? Jogando SuperMario nas escadas? E respondendo as coisas mais "óbvias" para as perguntas "toscas" da Penny? Legal foi vê-lo incentivando a gostosa a voltar a namorar o amigo. E depois ainda teve Penny e Leonard fazendo ciuminho com seus respectivos 'dates' nas portas de seus apês. Muito bom!
Definitivamente não vivo mais sem essa série.
Obrigada por existirem, Chuck Lorre e Bill Prady.
Esperando ansiosamente hoje por:
> FRIDAY NIGHT LIGHTS
> DIRTY SEXY MONEY
Esperando sem neuras:
> PUSHING DAISIES
Largando de mão:
> 90210
Esperando ansiosamente um tempo para ver:
> DESPERATE HOUSEWIVES, estréia da quinta temporada
> KNIGHT RIDER, novidade
> BOSTON LEGAL, estréia da quinta temporada
> UGLY BETTY, estréia da terceira temporada
> BROTHERS&SISTERS, estréia da terceira temporada
E mais trocentos enviados pelo Paulo Torrente.
Se alguém quiser pegar uma gripe e me passar (junto a um atestado médico), eu aceito!
Seriados, seriados, seriados.
E mais seriados.
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